Linha de Segurança

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Disponível 24H por dia / 365 dias por ano

Prevenção e Segurança

Observações de Segurança

Utilize apenas aparelhos a gás oficialmente aprovados que exibam a estampilha de certificação em conformidade com a legislação vigente.

Prefira sempre os aparelhos com mecanismos de segurança mais avançados.

Sempre que possível, opte por dispositivos de segurança contra a viciação da atmosfera, que só torna possível a reutilização do gás após o arejamento e ventilação do local.

Escolha equipamentos com sistemas automáticos (termopar) de corte de gás quando se apaga a chama. Este sistema é, neste momento, obrigatório em alguns equipamentos de uso doméstico (caldeiras e esquentadores) e opcional no restante equipamento de cozinha.

Instale centrais de detecção de fugas de gás que, ou cortam de imediato o gás logo que é detectada uma fuga, ou emitem um aviso sonoro para informar o utilizador da existência de uma fuga de gás. Os detectores que funcionam a energia eléctrica cortam o gás sempre que ocorre uma falha de corrente. Este poderá ser novamente restabelecido por anulação do funcionamento deste equipamento ou pelo restabelecimento do fornecimento de electricidade.

Recomendações para a instalação de equipamentos

O local e a instalação dos aparelhos a gás devem obedecer a requisitos específicos de ventilação e evacuação dos produtos de combustão (NP 1037-1 e NP 1037-2). Nunca tape as grelhas de arejamento previstas para o efeito.
Assegure-se que a conduta ascendente de evacuação dos gases de combustão tem um troço inicial vertical com um mínimo de 2 vezes o diâmetro exterior da conduta, nunca podendo ser inferior a 30 cm.

A instalação destes aparelhos deve ser feita de acordo com a legislação em vigor e executada por técnicos credenciados.

Deve assegurar-se a existência de uma distância lateral entre os aparelhos de, no mínimo, 40 cm ou intercalar um separador.

É obrigatório utilizar tubos metálicos nas ligações de aparelhos a gás fixos (placas de fogão e esquentador).

A ligação com tubos flexíveis só é permitida para fogões, fogareiros e aparelhos móveis de aquecimento.

Apenas se pode utilizar tubo flexível de borracha devidamente aprovado e que tenha as inscrições IPQ-ET-107-1, a data limite de utilização e o nome ou marca registada do fabricante.

O comprimento de um tubo flexível de borracha não poderá exceder 1,5 m entre a válvula de corte e o próprio aparelho. Para comprimentos superiores, as ligações deverão ser obrigatoriamente metálicas.

Deve utilizar-se braçadeiras metálicas para a fixação dos extremos do tubo flexível de borracha de modo a garantir a sua estanquidade.

Os tubos flexíveis de borracha devem manter-se afastados de fontes de calor e não devem ser utilizados para pendurar objectos.

É proibido usar a rede de gás como ligação à terra de instalações eléctricas.

Utilização de Equipamentos

Ao ligar um aparelho a gás, antes de abrir o gás, acenda sempre o fósforo ou o isqueiro.

Não permita que líquidos a ferver se derramem sobre a chama e apaguem o lume, ficando o gás a sair perigosamente.

Ao acender um esquentador certifique-se que as torneiras de água quente se encontram fechadas.

Nunca deixe nenhum aparelho a gás em funcionamento na sua ausência.

Ao sair de casa feche sempre as válvulas de corte aos aparelhos.

É proibida a instalação de aparelhos a gás em instalações sanitárias e em quartos de dormir.

Submeta os seus aparelhos a gás a revisões periódicas, recorrendo a técnicos credenciados.

Situações de Emergência

Regras de Segurança

No caso de ocorrer uma fuga de gás, este pode ser evacuado pela simples ventilação do local. No entanto, misturado com o ar em determinadas proporções pode originar situações de incêndio ou explosividade. Ao ser queimado, o gás produz, como qualquer outro combustível, gases que se tornam perigosos quando se acumulam, em quantidade, em recinto fechado. Esta situação agrava-se pela queima incompleta do gás e ainda mais quando os aparelhos se encontrem em mau estado de funcionamento por poderem emitir então apreciáveis quantidades de monóxido de carbono (ver rubricas seguintes). É fácil evitar esse perigo tomando precauções simples e do conhecimento geral. No entanto a Tagusgás, com o intuito de colaborar com os clientes na prevenção de sinistros, indica algumas regras de segurança.

Para assegurar a plena conformidade das instalações com as condições de segurança exigidas, os clientes devem realizar as inspecções periódicas prescritas na lei.

Aparelhos a gás

  • Apenas deve adquirir aparelhos devidamente aprovados e com a respectiva estampilha de certificação em função do tipo de gás que irá utilizar.
  • Certifique-se que a instalação é realizada de acordo com a legislação em vigor e por um técnico credenciado*;
  • Não permita que os aparelhos sejam instalados nos quartos ou nas casas de banho, situações interditas na lei em vigor excepto se se tratar de aparelhos estanques.

Materiais a utilizar nas ligações aos aparelhos a gás

  • Tubos metálicos extensíveis ou rígidos próprios para gás – a utilizar nas placas e fornos de encastrar bem como em esquentadores e caldeiras;
  • Tubos de borracha – a utilizar em fogões e aparelhos a gás amovíveis. De acordo com o quadro legal em vigor, o tubo de borracha deve ser aprovado para o tipo de gás a utilizar e apresentar a respectiva marcação de acordo com a legislação em vigor. O tubo de borracha deve ser substituído sempre que seja ultrapassada a validade (que se encontra inscrita no próprio tubo) ou se apresente degradado ou com fissuras.

Utilização dos aparelhos a gás

  • Limpeza e manutenção dos aparelhos – deve manter sempre limpos e afinados os queimadores, respeitando as recomendações do fabricante;
  • Acendimento do aparelho – deve sempre acender primeiro o fósforo ou accionar o acendedor e de seguida abrir o gás. Caso o aparelho não fique ligado, feche a válvula do queimador (botão do aparelho) e repita a operação. Certifique-se que as torneiras de água quente estão bem fechadas sempre que acender o esquentador ou a caldeira;
  • Funcionamento dos aparelhos – após a utilização e sempre que se ausentar, verifique se os aparelhos se encontram desligados;
  • Ausências prolongadas – certifique-se que as válvulas (torneiras) da instalação e de segurança se encontram bem fechadas antes de se ausentar por períodos longos;
  • Ventilação e exaustão dos produtos da combustão – assegure-se de que o local e a instalação do seu aparelho cumprem as normas de ventilação e exaustão dos produtos da combustão. Se o seu edifício tem instalado um sistema de extracção mecânica colectiva, assegure-se que este está sempre em funcionamento. Em caso de dúvida contacte um técnico credenciado*. Nunca tape as entradas de ar na cozinha, mesmo que sinta frio;
  • Revisão dos aparelhos – periodicamente deve proceder à revisão do aparelho a gás, recorrendo a técnicos credenciados* para o efeito. Se detectar alguma irregularidade (quando a chama deixar de ser estável e azulada e passar a apresentar-se instável, ruidosa ou fortemente amarelada) também deverá contactar um técnico*.

Manutenção das instalações de gás

  • Solicite inspecções com a periodicidade definida por lei (de 5 em 5 anos para as instalações domésticas com mais de 20 anos e que não tenham sido objecto de remodelação), cuja iniciativa e responsabilidade pertence aos proprietários;
  • Todas as alterações ou modificações na instalação existente devem ser sempre efectuadas por um técnico credenciado*. A nova instalação deverá ser objecto de inspecção por parte de uma entidade inspectora*;
  • Qualquer válvula que não se encontre ligada a um equipamento a gás deve permanecer fechada e tamponada;
  • Quando efectuar obras no pavimento ou nas paredes da sua casa lembre-se que aí pode passar um tubo de gás. Procure identificar a localização das canalizações de gás na sua residência.


*Nota importante: Recorra sempre a técnicos credenciados pela DGGE (Direcção-Geral de Geologia e Energia), devidamente identificados com um cartão profissional, ao serviço de uma empresa instaladora/montadora também credenciada pela DGGE.

Consulte a lista das empresas instaladoras/montadoras e das entidades inspectoras credenciadas pela DGGE, em www.dgge.pt.

Em caso de fugas de gás, cumpra de imediato as seguintes indicações:

Se houver suspeita de fuga, siga estes conselhos, saia para o exterior e ligue imediatamente para a nossa
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Inspecções Periódicas

O decreto-lei nº 97/2017 de 10 de Agosto, estabelece a obrigatoriedade legal da realização de inspecções periódicas às instalações de gás, sendo as mesmas da responsabilidade do proprietário ou utente do imóvel .

As inspecções só podem ser efectuadas por entidades credenciadas e reconhecidas pela Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) e devem terminar na emissão de um certificado de inspecção que tem que ser entregue à Tagusgás (n.º 1 do art.º 4 do Anexo I e nº(s) 1,2,3 e 4 do art.º 14º do Anexo II da Portaria n.º 362/2000 de 20 de Junho.

Periodicidade definida para as inspecções:

  • Instalações de gás afectas à indústria turística e de restauração, a escolas, a hospitais e outros serviços de saúde, a quartéis e a quaisquer estabelecimentos públicos ou particular com capacidade superior a 250 pessoas: 3 anos;
  • Instalações industriais com consumos anuais superiores a 50.000 m3 de gás natural ou o equivalente noutro gás combustível: 3 anos;
  • Instalações de gás executadas há mais de 20 anos e que não tenham sido objecto de remodelação: 5 anos.

Consulte o nosso folheto informativo Segurança na utilização do gás natural.

Definições de Segurança

Para além das características físicas próprias do Gás Natural, a segurança dos clientes Tagusgás é reforçada pelo rigor utilizado na construção das suas redes de distribuição e pelo tipo de materiais e tecnologia.

A elevada segurança que resulta das características do Gás Natural é reforçada pelo rigor e extrema exigência com que todo o sistema de distribuição é construído. O traçado das redes começa por ser cuidadosamente seleccionado, recorrendo exclusivamente a empresas certificadas para o efeito e previamente qualificadas pela Tagusgás.

Ao logo de todo o processo são respeitadas todas as normas de segurança e toda legislação em vigor.
Nos edifícios estão colocadas válvulas de corte em locais estratégicos que fecham automaticamente quando surge uma variação brusca e anormal de pressão.

Antes da ligação ao gás, a Tagusgás efectua uma vistoria técnica às condições de estanquicidade, funcionamento e segurança da rede interior das habitações e dos equipamentos a gás de todos os clientes.

Se por acaso ocorrer situações de emergência, a Tagusgás tem ao seu dispor um serviço de piquete que funciona 24 horas e 365 dias por ano.

A nossa formação contínua nas áreas da prevenção e segurança, bem como a divulgação activa e permanente junto dos nossos clientes, indicando que medida tomar, tem por objectivo garantir a segurança.

Garantir a segurança é a missão de todos, a cada instante.